A verdade é a mais linda palavra do dicionário (acho que já
disse isso aqui, em algum momento, não lembro). Em qualquer idioma e em
qualquer circunstância, trata-se de um substantivo que deveria mais é ser um
verbo para que todo mundo pudesse conjugar e praticar a força, a coragem e a autenticidade,
independente das consequências.
Falar a verdade faz bem para a alma e para o corpo (afinal, quem
precisa de um nariz grande bem no meio da cara?...). Brincadeiras à parte, praticar
a verdade é uma excelente oportunidade para pautar as relações na base do
respeito e da compreensão, é um caminho que tem como atalho a liberdade e o
arbítrio de ser quem se é, mas sem machucar ninguém, é claro.
Importa lembrar que ter uma atitude sincera passa pela
necessidade de ter o senso de que a nossa
verdade não é a absoluta e de que impor a nossa monóloga opinião não tem
nada a ver com não mentir; afinal, tudo é relativo e convivemos com uma
coletividade que ultrapassa os limites do nosso medíocre umbigo.
De toda sorte, como cantou Maria certa vez, é indispensável para
o ser humano “quando mentir for preciso,
poder falar a verdade”, de preferência por escolha da própria consciência.


Dany,acho que a verdade é uma das poucas coisas nessa vida que pode trazer dor e sofrimento para uns e alegria e alívio para outros. Beijo.
ResponderExcluirPolly
Concordo plenamente, Polly. Mas de que adianta construir um belo castelo de areia se mais cedo ou mais tarde vem a onda do mar e acaba destruindo tudo?...
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